Gravidez

Estou grávida! E agora?

O que acontece depois que a mulher vê aqueles dois tracinhos no exame de gravidez? O que passa pela sua cabeça? Quais são as suas emoções, seus sentimentos, seus anseios? O que esperar dos próximos meses? Quais exames fazer? Como se preparar física e emocionalmente? Calma, respire e vem comigo!

Na imagem temos uma mulher grávida de vestido listrado azul e branco segurando um ramalhete de flores rosas.
Descobrir a gravidez pode ser uma surpresa positiva e feliz para algumas mulheres, e angustiante para outras. (Imagem: Unsplash)

Gravidez e as primeiras emoções

É muito difícil – e até um pouco injusto – caracterizar as emoções da descoberta da gestação de forma universal. As emoções e sentimentos que permearão essa descoberta de mulheres que estavam tentando ter um bebê terá um significado totalmente diferente para aquelas que não estavam desejando ser mães.

Existem infinitos contextos em que uma mulher pode se tornar mãe.

Existem aquelas com uma vida tranquila e estáveis tanto emocionalmente quanto financeiramente. Existem aquelas que engravidaram de um relacionamento instável e terão que arcar com a responsabilidade de gerar e criar um filho sem a presença paterna. Existem aquelas que, mesmo em relacionamentos sólidos, não se sentiam preparadas para essa nova função, seja emocionalmente ou em detrimento de seus orçamentos. Existem aquelas que engravidaram depois de anos de tratamento e finalmente estão realizando seus sonhos. Existem aquelas que engravidam em meio à adolescência ou ainda aquelas que se tornam mães a partir de um ato de violência.

Para cada mulher as emoções serão diferentes.

E únicas.

Me arrisco a dizer que até mesmo para mães que já têm filhos, as sensações são totalmente novas. Portanto, seja qual for a sua reação diante da descoberta da maternidade, saiba que todas nós nos sentimos desorientadas (seja de felicidade ou de desespero) e assustadas. E agora? O que vai acontecer com a minha vida? Está tudo bem? Esse bebê irá se desenvolver com saúde? Como vou contar para as pessoas? Como vou contar para o pai? Eu vou contar para o pai? Será menino ou menina? E se for gêmeos? Meu corpo irá um dia voltar ao que já foi um dia? O que eu posso comer? Será que o vinho do fim de semana fez mal ao bebê? O que eu preciso comprar? Esse teste é confiável? Devo marcar meu médico? A cesárea dói? O parto normal é assustador mesmo? Ai meu Deus!

Eu descobri a minha gravidez da maneira mais inesperada possível. Como comentei aqui, eu tenho SOP, e na minha cabeça eu nunca engravidaria naturalmente. Então, em um belo dia de Domingo (final do vôlei masculino das Olimpíadas de 2016), meu marido veio me “presentear” com um teste de gravidez, já que minha menstruação estava bem atrasada (o que é bem comum para mulheres com SOP). A MUITO contragosto, devo admitir, eu esvaziei parte da minha bexiga naquele potinho. Aquele mesmo que muitas outras vezes me fez me sentir extremamente triste e frustrada. Coloquei o marcador e voltei para o jogo. Até que ouvi uns gritos e umas risadas vindas do banheiro. Como o Brasil não tinha feito nenhum ponto ainda e a TV do quarto estava devidamente desligada, aquela comemoração do meu marido só podia ser por causa de… UM POSITIVO!

UM POSITIVO! Isso estava acontecendo MESMO? Não era um sonho? Eu olhava aquelas listras e me perguntava se tinham duas mesmo. Mas elas estavam lá, nem um pouco apagadas. Se o Brasil fez uma performance boa naquele dia, eu não me lembro. Deve ter feito, já que ganhamos o ouro. Eu não conseguia me mexer: eu não ri, não gritei, não comemorei, não chorei. Eu estava completamente atônita. Eu só me lembro de sentar na cama, vidrada naquelas duas listras vermelhas. Me lembro também de pegar minha bolsa, a chave do carro e dirigir até a farmácia para gastar dinheiro a toa com outros testes de gravidez, que obviamente deram o mesmo resultado.

A foto mostra dois exames de gravidez, com o resultado positivo.
Então era real: eu estava grávida!

Era verdade. Eu estava grávida. G-r-á-v-i-d-a. Que palavra esquisita se tornara essa naquele momento. Depois de passado o susto inicial, eu deixei a alegria extravasar. Eu poderia estar dando aqueles pulos de alegria? Poderia ter bebido aquela cervejinha dois dias atrás? Mas como eu ia saber, não é mesmo? Então o meu short não tinha encolhido na máquina de secar. A minha pancinha meio estranha tinha um motivo a mais, que não era só o chocolate que eu comi feito louca na última semana. Tava explicado, também, porque agora eu chorava toda vez que via a propaganda do Médicos Sem Fronteiras na TV a cabo. Não era minha culpa que eu estava tendo acessos de raiva e de alegria quase ao mesmo tempo (desculpa pelas meus palavrões, motoristas da minha cidade!), mas sim dos meus hormônios bagunçados há pelo menos 5 semanas.

Eu estava incrivelmente feliz. Mas eu tinha motivos: eu era uma mulher saudável, bem-sucedida profissionalmente e o meu bebê era fruto de um relacionamento estável, cheio de amor e confiança. E eu queria aquele bebê, queria mais do que tudo que um dia eu desejei.

Mas nem sempre é assim.

O que esperar para os próximos meses?

Se você está tendo uma gestação sem nenhuma intercorrência, provavelmente você vai ver que conseguirá manter uma rotina normal até as últimas semanas. Eu trabalhei normalmente até as 39 semanas (não consigo mais pensar em meses hehe, mas basicamente trabalhei até os nove meses) de gestação e foi ótimo até mesmo para ocupar a minha mente e me deixar menos ansiosa para o parto.

Abaixo, vou falar um pouquinho sobre o que esperar dos três trimestres gestacionais, em relação às suas emoções, desenvolvimento do bebê, exames e consultas médicas e sintomas físicos. É importante salientar que nada – nenhum post da internet, nenhum vídeo no Youtube, NADA – substitui o seu pré-natal. Na dúvida quanto à sintomas, SEMPRE converse com o seu médico. É melhor pecar pelo zelo, né!

O primeiro trimestre

O primeiro trimestre compreende as primeiras 13 semanas gestacionais. O que começou como um amontoado de células rapidamente se torna um feto, que é mais ou menos do tamanho de uma ameixa (sim, a maioria dos sites comparam o tamanho dos bebês com frutas. Estranho, né? Mas dá para ter uma noção, pelo menos). No primeiro trimestre, o coração, o pulmão, fígado, medula, cabeça e pequenos membros de seu bebê estão se formando. Enquanto isso, seu útero rapidamente se torna um lar confortável. Até o final do primeiro trimestre, a placenta e o cordão umbilical também já estarão no lugar certo (Fonte: Pampers).

Suas emoções

Aqui eu vou falar um pouco da minha experiência pessoal, ok? O primeiro trimestre para mim foi o mais desafiador, porque eu vivi literalmente uma montanha-russa de emoções. Eu sentia muita alegria, mas ao mesmo tempo muito medo de que alguma coisa desse errado com o meu bebê e eu viesse a perdê-lo. Foi um momento em que eu me fechei para o mundo; basicamente, eu não queria contar para ninguém da gravidez. Era como se por algum motivo algo saísse do esperado, eu não estivesse estrutura para me explicar com quem quer que fosse. Então quanto menos gente sabendo, melhor.

Percebo que muitas amigas e conhecidas minhas sentiram ou sentem o mesmo. Em partes porque tudo é novo: nós ainda estamos aprendendo a lidar com essa novidade, ainda estamos tentando nos acostumar com as nossas próprias formas e ainda estamos tentando nos entender não como uma, mas como duas pessoas em um só corpo. E também em partes, porque o primeiro trimestre de gravidez é o mais sensível.

Para algumas mulheres, o primeiro trimestre também é o mais desafiador por conta dos sintomas físicos que o acompanham.

Os sintomas físicos

Assim como as emoções, os sintomas físicos variam muito de mulher para mulher. Eu não tive quase sintoma físico nenhum nessa fase, mas algumas mulheres podem apresentar náuseas, enjoos matinais, sensibilidade nos seios, constipação, sono (opa, esse eu tive muito!), vontade frequente de urinar e uma leve cólica (eu tinha também, e a danada me assustava um pouco, confesso).

Consultas e exames médicos

É nesse período que devemos procurar o nosso médico ou mudar para algum com quem sintamos mais empatia e segurança. É muito importante escolhermos um profissional que confiamos e que nos sintamos a vontade para fazer todas as perguntas que tivermos (das mais básicas, como plano de parto até as mais inusitadas, como “posso tomar café?”, “posso fazer sexo?”, “posso segurar meu cachorrinho no colo?”). Não tenha vergonha e esclareça todas as suas dúvidas com ele. Eu tive uma médica MARAVILHOSA, que me mantinha confiante até nos momentos mais desafiadores da gestação.

No Brasil (os países mudam bastante em relação aos exames gestacionais e consultas de pré-natal. Nos Estados Unidos, por exemplo, os ultrassons são bem mais espaçados que aqui), o primeiro ultrassom acontece por volta das 7 a 9 semanas de gravidez.

Ver minha filha e ouvir seu coração pela primeira vez foi um dos momentos mais felizes da minha vida.

O primeiro ultrassom é transvaginal e tem como objetivo comprovar a gravidez, verificar que o bebê está mesmo no útero (e não nas trompas), verificar o tempo de gestação, verificar se são gêmeos, ouvir a frequência cardíaca do feto e calcular a DDP (data prevista do parto).

O segundo ultrassom do primeiro trimestre ocorre por volta das 11 semanas gestacionais, e tem como objetivo calcular a medida da translucência nucal, que é importante para avaliar o risco do bebê sofrer de alguma doença genética, como a Síndrome de Down.

Em relação aos exames de sangue, se prepare, porque a lista é longa! São solicitados: hemograma completo, tipo sanguíneo e fator Rh, VDRL (sífilis), HIV, Hepatite B e C, Tireóide, Glicose, Toxoplasmose, Rubéola e Citomegalovírus ou CMV. Além destes, ainda tem os exames físicos no consultório do seu ginecologista obstetra e exames de urina.

O segundo trimestre

O segundo trimestre compreende o intervalo das 14 as 27 semanas gestacionais. Durante esse trimestre, seu bebê, que era do tamanho de uma nectarina, cresce e chega ao tamanho de uma couve-flor e esse salto no desenvolvimento se torna mais visível com o crescimento de sua barriga e mais tangível com os movimentos que você começa a sentir no segundo trimestre (que, na minha opinião, é a coisa mais MARAVILHOSA da gravidez!) (Fonte: Pampers).

Suas emoções

O segundo trimestre é conhecido por ser a lua de mel da gravidez. Isso porque muitos dos sintomas físicos desagradáveis já passaram (tomara!), mas principalmente porque agora você já teve notícias importantes sobre o seu bebê e, tomara que seja o seu caso!, todas foram bastante positivas.

Foi no segundo trimestre que eu resolvi contar para os familiares e para os amigos que eu finalmente estava esperando um bebê (eu já tinha contado para as pessoas mais íntimas, mas agora tornei “oficial” para todos). Foi nessa fase, também, que eu consegui respirar mais aliviada e curtir tudo que estava acontecendo conosco. Foi quando eu realmente comecei a planejar alguns detalhes do quarto, a pensar nos nomes para menina ou menino, a comprar as primeiras coisinhas para o bebê (unissex, no início). Caso você não tenha sido ansiosa a ponto de ter feito o exame sanguíneo para saber o sexo do bebê, é nesse trimestre que você descobrirá se terá uma menininha ou um menininho.

Como dizem nossos pais e nossos avós, gravidez não é doença, pelo contrário. E é no segundo trimestre que podemos começar a nos manter fisicamente ativas, o que é ótimo tanto para a mãe quanto para a criança (se você já se exercitava antes da gestação, é bem provável que não tenha parado no primeiro trimestre, apenas ajustado a intensidade ou o tipo de exercício).

É claro que não estamos falando de exercícios que possam causar algum problema, mas praticar atividades moderadas como caminhadas, natação, ioga, pilates, hidroginástica são super bem vindos. Falamos um pouco sobre exercícios para as gestantes aqui.

Os sintomas físicos

A essa altura a maioria dos sintomas mais desconfortáveis já terá passado, mas se você ainda está se sentindo cansada ou enjoada, talvez logo logo irá se sentir melhor. No entanto, alguns novos desconfortos podem surgir e os mais comuns são: constipação (nada glamouroso, mas isso ocorreu aqui), hemorroidas (principalmente se a mulher já tem histórico deste problema) e dor no ligamento redondo do útero (uma dorzinha no pé da barriga, parecida com uma dor muscular). Esteja atenta aos sintomas e qualquer coisa procure o seu médico.

Consultas e exames médicos

Nas consultas com seu médico sempre será verificada sua pressão arterial e o batimento cardíaco do bebê. Em relação aos ultrassons, o mais importante (e tenso!) desta etapa é o morfológico, realizado entre a semana 18 e 24. Nele são avaliados o desenvolvimento dos órgãos do bebê, incluindo coração, rins, bexiga, estômago, dentre outros. Nele também são checados a quantidade e qualidade do líquido amniótico e pode-se identificar algumas síndromes e doenças do feto, como alterações cardíacas e hidrocefalia. Mas tirando a parte tensa desse ultrassom, vem a parte boa: você provavelmente descobrirá o sexo da criança!!!

Os exames de sangue solicitados costumam ser: hemograma, sífilis, glicemia. É recomendado também repetir o exame de urina (é muito comum infecção urinária na gestação; eu mesma tive esse problema). Por volta da 24ª semana, faz-se um exame sanguíneo para avaliar o nível de glicose no sangue (é o teste de diabete gestacional). Se o resultado der alterado, recomenda-se um exame mais completo, com sobrecarga de açúcar.

O terceiro trimestre

Chegou o último trimestre e ele compreende as semanas 28 a 40. Durante este trimestre seu bebê poderá dobrar de peso até o nascimento e, ao ganhar gordura, ele começa a se parecer mais com um recém nascido que conhecemos. Suas pálpebras já não estão mais unidas, o que significa que ele já abre e fecha os olhos, e ele já começa a reagir aos estímulos externos, como luz e sons do mundo exterior. Nessa fase, ele já consegue até identificar a voz da mãe! (Fonte: Pampers)

Suas emoções

O terceiro trimestre é a reta final da gestação, o que para as mamães significa duas coisas. Primeiro, um enorme alívio, porque você já sabe que a gravidez está terminando e está tudo bem com o seu bebê; animação ao montar a mala de maternidade; ansiedade, pois o quartinho para o bebê está tomando forma e alegria, já que o seu varal de roupas está cheio de bodys e mijões. Mas também pode ser um momento bastante cansativo fisicamente. A barriga pesa, a lombar incomoda um pouco, antes de dormir existe uma maratona até achar a posição mais confortável em meio a tantos travesseiros. Algumas mulheres ficam extremamente ansiosas com o parto.

Tudo isso é bastante normal, afinal são os “finalmentes”. É comum nos sentirmos cansadas (exaustas até), ansiosas e muito felizes – tudo ao mesmo tempo.

Os sintomas físicos

Dois sintomas bastante comuns nessa fase gestacional são a falta de ar e a indigestão. Se você experimentar deitar de barriga para cima pode se sentir sufocada. Eu me sentia muito assim na minha gravidez; até mesmo deitar para fazer exames simples era uma verdadeira tortura – passageira, claro. A indigestão também é algo que costuma ocorrer, principalmente azia e refluxo. Para amenizar um pouquinho esses sintomas, experimente fazer refeições menores mais vezes ao dia e evite deitar após comer.

As dores nas costas também começam a se intensificar. O que resolvia para mim era dormir de lado com um travesseiro entre as pernas, uma almofada embaixo da barriga e um travesseiro nas costas, apoiando a lombar (eu me sentia a rainha da cama, meio desengonçada, diga-se de passagem). Outro sintoma que pode ocorrer são pequenos inchaços nos pés e nos tornozelos, o que pode ser aliviado colocando as pernas para cima no final do dia.

Consultas e exames médicos

Basicamente, são repetidos os exames de sangue e de algumas sorologias. Você poderá fazer um ultrassom obstétrico para avaliar o crescimento fetal e o peso, bem como monitorar o líquido amniótico e as condições da placenta. Entre a 32ª semana e a 35ª, mais um ultrassom pode ser solicitado, agora associado à Doppler velocimetria, que avalia a circulação do sangue materno para a placenta e desta para o bebê. Esse exame pode ser indicado durante toda a gestação para mães hipertensas ou com doença que impede o bom funcionamento da placenta. O exame de cultura da secreção vaginal, feito por volta da 35ª semana, começa a se tornar rotina na prevenção de infecções neonatais. A cultura de material coletado do colo do útero (geralmente com um cotonete, sendo indolor o procedimento) aponta a presença ou não de estreptococos no canal de parto. Se a bactéria não for eliminada, o bebê pode ser contaminado no nascimento. (Fonte: Revista Crescer).

Bem vindos ao mundo dos papais e das mamães!

Uma gravidez vem acompanhada de diversos sentimentos, tanto para as mães quando para os pais. É como se adentrássemos em um mundo desconhecido, em que pairam sentimentos distintos e as vezes contraditórios, no qual parece que todo mundo de repente tem um conselho para nos dar.

Nos sentimos fortes e vulneráveis, felizes e preocupados. Nossos objetivos de vida mudam, nossos sonhos mudam, tudo se transforma. As mulheres mudam seus corpos e suas mentes. Os homens passam a ver a realidade de uma forma diferente.

Mas o que eu digo para quem está passando por essa forma são duas coisas: relaxe, você DARÁ CONTA DO RECADO. E se prepare para a maternidade/paternidade. Leia, estude, procure por vídeos, compreenda como se dá o desenvolvimento infantil. Acompanhe blogs idôneos, com informações seguras e confiáveis, converse com amigos que já passaram por isso.

Existem livros maravilhosos sobre gravidez, eis alguns:

A bíblia da gravidez
O que esperar quando estiver esperando
Então você vai ser papai
A maternidade e o encontro com a própria sombra

Também existem sites e blogs confiáveis e super interessantes, como:

Baby Center Brasil
Macetes de Mãe
Pampers
Revista Crescer
E, claro, o nosso cantinho aqui!

Procure se informar quanto aos cursos parentais que ocorrem na sua cidade. Alguns planos de saúde mantém cursos preparatórios para o parto e para a gestação, com palestras sobre aleitamento materno, depressão pós-parto e exercícios físicos. Há, também, grupos de apoio para mulheres gestantes.

Enfim, vivemos em uma época onde os recursos são ilimitados. Usufrua-os!

E lembre-se – se tornar mãe é deixar nascer duas novas pessoas: o seu bebê e outra versão de você mesma!

Um abraço!